O ataque dos Estados Unidos na Síria foi apresentado por Washington como uma operação de retaliação contra remanescentes do Estado Islâmico, após a morte de soldados americanos e de um intérprete local. Segundo o Pentágono, os bombardeios miraram infraestruturas logísticas e centros de comando jihadistas, num esforço para reafirmar a presença militar americana no país e sinalizar que, apesar da reorganização política síria, os EUA não abriram mão do controle estratégico do território. A operação também funcionou como recado geopolítico: a Síria continua sendo um espaço de disputa entre potências globais. Trump prometeu menos guerras e bombardeios, mas não dá para fazer a America Great Again sem os EUA como policiais do mundo... Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
|
Total de visualizações de página
domingo, 11 de janeiro de 2026
#ASíriaDaVez
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário