O professor e pesquisador da Maximus University, do Texas, Johnson Edward Hamilton, PhD, um dos maiores especialistas em combustíveis fósseis em todo o mundo, afirmou em recente simpósio em Zurich para os maiores distribuidores mundiais de petróleo:
Crível, não é mesmo? Faz todo o sentido. No entanto, quem disse isso não foi o professor Hamilton, que nem existe, foi Trump, ao responder a um jornalista que criticava o preço do petróleo. A ojeriza de parte da imprensa contra Trump é tão grande, que mesmo quando ele fala algo com sentido, se recusam a aceitar. Caso uma ditadura extremista e sanguinária como a do Irã tivesse acesso a uma bomba nuclear, não hesitaria em utilizá-la contra seus inimigos. E o preço do petróleo iria para o espaço. Isso me lembra um comentário de Danilo Gentili: “Não é o que se fala, mas quem fala”. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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quarta-feira, 29 de abril de 2026
#IrãIrado(9)
#AbraçoDosAfogados
Assim como um afogado abraçando outro, Lula afunda nas pesquisas junto com o STF. Seguindo a queda constante da popularidade do presidente da república, diferentes institutos mostram a mesma tendência para o STF: para Genial/Quaest, 53% dos brasileiros desconfiam da Suprema Corte; de acordo com AtlasIntel/Estadão, são 60% dos brasileiros que não confiam nos juízes-ministros; já para o Datafolha, 75% da população acredita que o STF tem poder demais. Os números dos diferentes institutos mostram que o brasileiro vê com desconfiança uma Corte que intensifica suas atuações cada vez mais e que busca proteger cada vez mais seus interesses pessoais em detrimento dos interesses públicos. Além disso, penso que o crescimento do autoritarismo dos ministros do STF — que acreditam, na sua arrogância, que criticá-los é o mesmo que atacar as instituições democráticas — está sendo associado à tentativa do Executivo de censurar os críticos da atual gestão petista. Lula já disse que tem que “regular tudo que é digital”. Para bom entendedor, isso é eufemismo para calar aqueles que reclamam do governo nas redes. O autoritarismo líquido de Lula e cia está, inclusive, ultrapassando as fronteiras virtuais, como se viu no episódio do morador que escreveu “ladrão” (em vermelho e com uma estrela do PT) numa faixa pendurada na janela do seu apartamento para logo em seguida receber uma “visita” da Polícia Federal. ASSINE e apoie o NEIM. Casos como o de Gilmar Mendes confrontando Romeu Zema por uma sátira e o da Polícia Federal intimidando um cidadão comum que expressava, por meio de uma faixa, sua insatisfação diante de uma gestão atolada em escândalos reforçam a percepção de que práticas de viés autoritário escalam vertiginosamente tanto no Judiciário quanto no Executivo, em um governo eleito supostamente para “salvar a democracia” e “unir o país”. A desconfiança do brasileiro em relação ao STF (e às instituições estatais de maneira geral) é ruim e boa ao mesmo tempo. É ruim porque demonstra um descolamento dos ministros do Supremo em relação aos conceitos de justiça e moral da maior parte da população. Por outro lado, é boa porque desconfiar do poder é sempre uma posição saudável para vigiar e controlar os poderosos, impedindo-os de se isolarem em suas torres de marfins e fazerem aquilo que bem entenderem. O que o crescimento dessa desconfiança demonstra, entretanto, é algo mais profundo: o fim da credibilidade de um modelo de governo que está no poder por quase 20 anos e que só conseguiu sobreviver tanto tempo devido à incapacidade da Justiça, personificada na figura do STF, de impedir que corruptos e corruptores sejam isolados da sociedade como manda a lei. Lula, PT e STF são as três faces do Cérbero do autoritarismo do status quo bananeiro, guardando, com dentes e garras institucionais, suas mordomias e arranjos espúrios diante da sociedade brasileira cada vez mais indignada. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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#Excrescência
#ExcrescênciaAlguns dos milhões de motivos que podem ter contribuído para a suspensão da multa de R$ 10,3 bilhões dos irmãos Batista
Uma advogada de Goiânia recebeu R$ 11,5 milhões das empresas dos onipresentes irmãos Batista. Desse valor, R$ 3,5 milhões foram repassados a um empresário que, por uma feliz coincidência, adquiriu a cota de Toffoli no Tayayá. Pouco tempo depois, por outra incrível coincidência, Toffoli suspendeu a multa de R$ 10,3 bilhões do acordo de leniência da J&F – grupo para o qual sua esposa, aliás, prestava assessoria jurídica. Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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