Alguém sabe quanto o PT pagou para o Pablo Marçal liderar a campanha do Flávio Bolsonaro? Porque, se foi de graça, o Lula deveria pelo menos mandar uma cesta de Natal. Agora, falando sério: essa coisa que chamam de direita no Brasil fez por merecer se foder. Tarcísio seria o candidato natural. A família Bolsonaro tratou de sabotá-lo. Era um nome com força para disputar até uma vitória no primeiro turno. Mas não! A família achou melhor colocar na disputa o príncipe herdeiro da rachadinha. Afinal, para essa gente, o Brasil é só um detalhe inconveniente entre um negócio de família e outro. E o empresariado brasileiro? Preferiu continuar lambendo as botas do sujeito cujo pai entregou o país de bandeja ao PT para tentar salvar a própria pele. Em vez de exigir um Tarcísio, um Caiado ou apoiar uma renovação como Renan Santos, resolveu apostar todas as fichas no cristão surubeiro. É impressionante. Os caras dizem defender o livre mercado, mas, na política, adoram um monopólio familiar. Parabéns a todos os envolvidos! Assine o NEIM e compartilhe o nosso conteúdo. Enquanto o câncer chamado família Bolsonaro não for extirpado da direita brasileira, o câncer chamado PT continuará fazendo metástase no país. E, falando em estado terminal, com um pouco de sorte nossa, o velho pinguço não chega ao fim do mandato. Isso se já não tiver partido desta para pior e esquecido de avisar. Porque, pelo lamentável estado em que aquela múmia se encontrava no último debate, já sabemos qual filme teremos de assistir nos próximos quatro anos: Sabe o pior? A oposição conseguiu a proeza de ser ainda mais cadavérica que o protagonista. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
|
Total de visualizações de página
segunda-feira, 26 de outubro de 2026
#FilmeRepetido
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário