“Não confundamos jornalistas investigativos com jornalistas investigados”. Foram as palavras do sábio Alexandre, o suprêmico, aquele que jamais confunde nada, mesmo atuando em múltiplas funções simultâneas como juiz, vítima, investigador, acusador, carcereiro e marido de advogada milionária. Alexandre, o grande, está em sua grande campanha contra aqueles que querem ser imprensa fora da imprensa que ele considera imprensa. Afinal, segundo ele, hoje aparece um sujeito “que ninguém nunca ouviu falar”, sem saber direito de nada, e comenta da guerra da Ucrânia à derrota do Corinthians. Senti que ele falava de mim. É sempre bom receber reconhecimento de tão autoritarizante autoridade. Mas daí me lembrei que não sou imprensa. O NEIM está protegido contra violações do sigilo da fonte porque não possui fontes. Trabalhamos com documentos públicos, notícias dos outros e opiniões irresponsavelmente próprias. É uma vantagem operacional gigantesca. Não há informante para a PF descobrir no celular porque ninguém conta nada para um não jornalista. A isenção absoluta e o monopólio da verdade dos fatos são coisas para os monges copistas da nossa iluminada imprensa! Nós só lemos o que os outros publicam e tiramos as nossas próprias conclusões com o único compromisso de tratar a política brasileira com a seriedade que ela merece... Continue lendo este post gratuitamente no app Substack
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quarta-feira, 26 de agosto de 2026
#NãoSejaImprensa
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