Bruno Gagliasso, esse incansável guerreiro na luta contra a exploração do trabalhador, teve um ataque de pelanca porque a equipe do McDonald’s não estava a postos, tarde da noite, para satisfazer a sua fominha. Segundo o próprio justiceiro social denunciou em suas redes: “Disseram que era até as 23h, mas, na verdade, fecha 22h50. Fecharam 10 minutos mais cedo. Se liga, McDonald’s”. E foi assim, caguetando meia dúzia de chapeiros, que o defensor do trabalhador colocou o emprego daquelas pessoas em risco. Confesso que fico em choque com o enredo:
É fascinante observar a elite progressista defendendo o pobre, desde que ele esteja uniformizado, sorrindo e entregando a sua batata frita no prazo. Felizmente os responsáveis por suprir a sua maconha o atendem na hora certa. Infelizmente quem não respeita os horários são os responsáveis por saciar a sua larica. Mas vá lá, eu até entendo a fúria do Bruno. Como é que um herói do povo vai liderar a revolução das massas se essas mesmas massas se recusam a alimentá-lo no meio da madrugada? A verdade é que, ao pisar naquela lanchonete, Bruno Gagliasso deveria ser recebido com palmas e continência. Afinal, em se tratando de palhaçada, ele tem muito mais patente que o próprio Ronald McDonald. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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quinta-feira, 6 de agosto de 2026
#McLancheInfeliz
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