Depois de assistir à nova audiência de Anthony Fauci, um dos principais comentaristas esportivos dos Estados Unidos, Stephen A. Smith, pediu desculpas ao astro da NBA Kyrie Irving e reconheceu a necessidade de retratação em relação a outros atletas como o tenista Novak Djokovic.
Durante a pandemia, o jornalista havia se referido a Irving com “completamente estúpido”, “egoísta” e “traidor”, afirmando que toda punição que recaísse sobre ele era mais que merecida. Não se tratava apenas de defender os protocolos. Dúvidas e recusas pessoais foram demonizadas como heresias, e quem não repetisse a certeza oficial era tratado como uma ameaça.
Anthony Fauci, antes reconhecido como o especialista dos especialistas em epidemiologia, revelou-se um deslumbrado com a própria fama. Registrou em seu diário que, em determinado momento, era sem dúvida o homem mais importante do mundo. Ele dirigia o NIAID, instituto federal que financiou a EcoHealth Alliance, organização que repassou dinheiro ao Instituto de Virologia de Wuhan para pesquisas com coronavírus de morcegos.
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