#WiFiAzarãoOng da produtora da cine-idolatria de Bolsonaro é acusada de superfaturamento em programa da Prefeitura de São Paulo
A Polícia Civil de São Paulo acusa a ONG de Karina da Gama, dona da produtora da cine-idolatria de Bolsonaro financiada com o dinheiro da fraude do Banco Master, de superfaturar o programa WiFi Livre, da Prefeitura de São Paulo. Segundo o delegado Antonio Carlos Munuera Silveira, o Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina, e responsável pela implementação dos pontos de internet pela cidade, cobrou “pelo menos duas vezes mais aos preços usualmente praticados pela Prodam”, empresa da Administração Municipal. O contrato, estimado em R$ 108 milhões, previa até 5 mil pontos de internet, mas a investigação aponta que apenas cerca de 3,2 mil teriam sido instalados. A polícia também apura possíveis pagamentos antecipados e as suspeitas de sobrepreço. O NEIM precisa do seu apoio para continuar O delegado Silveira pediu ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) uma análise de movimentações financeiras da ONG de Karina da Gama para apurar possível desvio de recursos para pagar as despesas da cine-idolatria Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, nega as irregularidades e acusa a Polícia Civil de perseguição política. Flávio Bolsonaro foi na mesma linha, sugerindo que a investigação pode estar sendo usada para fins eleitoreiros, numa “pescaria probatória”. O problema é sustentar esta narrativa, considerando que a investigação é tocada pela Polícia Civil do Estado de São Paulo, que, por acaso, é governado por Tarcísio de Freitas, aliado de Ricardo Nunes e também de Flávio Bolsonaro. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura.
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terça-feira, 2 de junho de 2026
#WiFiAzarão
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