Na primeira proposta, Vorcaro dizia que havia bancado benefícios como viagens, festas e picardias por causa de uma linda e “grande amizade” com Ciro. Broderagem, sem pedir nada em troca.
Mas depois da primeira proposta rejeitada pela PF e pela PGR, Vorcaro mudou de advogado e apresentou uma nova versão: os repasses passaram a ser descritos como tentativa de cooptação do senador para defender interesses do Banco Master. Ou seja, aquela palavrinha que todo mundo anda evitando dizer em público: propina. ...
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