Se por um lado ele tinha a imprensa prostituta que faz tudo por dinheiro, agora veio à tona o grupo de zap mafioso do banqueiro atrapalhão. “A Turma” era o nome do grupo onde aliados do banqueiro discutiam estratégias para monitorar, pressionar e intimidar jornalistas e desafetos. Ali se trocavam informações sobre rotinas, se planejava levantar dados comprometedores e, em alguns casos, sugeriam-se formas de intimidar críticos que publicavam reportagens sobre os negócios do grupo. Além da vida louca de festas privês, Vorcaro gostava de bancar o bandidão com sua '“turma”. Mas era mais uma máfia de brancaleone. Em vez de pistoleiros em bares esfumaçados, havia celulares e mensagenzinhas mal-educadas. Eles queriam “dar um surto”, “dar um pau”, “quebrar dentes”… No final, Vorcaro parece menos um capo de máfia do que um picaretinha nessa corrida maluca que é o Brasil. Mas ele tem boas amizades. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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quinta-feira, 5 de março de 2026
#TurminhaDoVorcaro
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