Na primeira noite eles se aproximam e pedem lagostas, camarões e vinhos premiados. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: fazem eventos em Lisboa, degustam uísques em Londres e não dizemos nada. E conhecendo nosso medo, assinam contratos de centenas de milhões. Até que um dia, prendem uma manicure com um batom. Arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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segunda-feira, 30 de março de 2026
#PoemaDoSTF
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