A crítica de Miguel Reale Júnior à chamada “lobbycacia” descreve um desvio silencioso, embora profundo, no funcionamento da Justiça brasileira. Faz tempo que a lógica tradicional da advocacia — que deveria ser fundada na técnica, na argumentação e na jurisprudência — está ultrapassada. O pragmatismo leva a contratação de lobistas que sabem a quem é preciso dar um telefonema ou fazer um proposta que não se pode recusar. Mas tudo muda para sempre manter as coisas como devem ser. Os grandes escritórios se lobbyvogacia, que viviam parasitando STF e o STJ, foram substituídos pelos escritórios dos parentes dos ministros. Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
|
Total de visualizações de página
quinta-feira, 19 de março de 2026
#Lobbycacia
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário