Matéria da The Economist, descreve um cenário em que o Supremo Tribunal Federal deixou de ser apenas árbitro institucional para se tornar parte da patifaria política brasileira. O argumento central é que o STF estaria exposto a relações ambíguas com elites políticas e econômicas, e isso revela fragilidades estruturais no sistema. Não diga! O articulista da Economist chegou aqui com sua Caravela e, como Pero Vaz de Caminha, relatou nossa selvageria para a aristocracia europeia. Se não fosse a matéria da Economist, a gente jamais saberia que festas privês, contatos milionários e “possíveis” conflitos de interesse colocam em xeque a imagem de imparcialidade da Corte e do país. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sábado, 28 de fevereiro de 2026
#SupremoEscândalo
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