Se o teste de QI no Brasil fosse substituído pelo título de eleitor, o resultado seria sempre negativo. Caso contrário não teríamos um presidente ex-presidiário e um ex-presidente presidiário. O povo brasileiro é tão submisso e limitado que os estelionatários nem precisam mais de criatividade. Basta repetir um ou dois clichês que o golpe é consumado. Flávio Bolsonaro, príncipe das rachadinhas e dono da mansão mais milagrosa do país, resolveu subestimar o brasileiro de um jeito que nem o próprio Lula teve audácia. Ele quer emplacar a Mamonarquia: o direito divino de quem nunca pegou em uma enxada de continuar sugando as tetas públicas até o país secar. Nem o coronel moribundo do PT, que está cada dia mais com o pé no cova sem conseguir emplacar um sucessor, tentou convencer o país de que o Lulinha era o herdeiro do trono só pelo sobrenome. Mas o clã Bolsonaro acha que o eleitor é tão acéfalo que basta ter o sangue da família (que na verdade é bosta correndo nas veias) para ser digno de sentar na cadeira presidencial. O Zoológico dos Herdeiros Qualquer pessoa com dois neurônios funcionais percebe que, se o patriarca já foi um desastre completo, os filhos são apenas o rascunho do inferno.
O Filho Pródigo do Centrão E não podemos esquecer do Flávio, o filho da puta com cara de sonso. Ele é o grande arquiteto da entrega das nossas esperanças para o Centrão. Se o papai não tivesse destruído o país e melado as investigações para salvar o filhinho querido da cadeia, talvez o Lula ainda estivesse vendo o sol nascer quadrado. Mas, como ele sabe que um público que idolatra um lixo como o pai dele só pode sofrer de demência coletiva, Flávio dobra a aposta. Ele finge esquecer que foi o seu clã que aniquilou a direita, atacando qualquer um que não quisesse ser capacho do papai. Nesse exato momento estão descendo o pau no Nikolas, pois se o parasita não permanecer de cabeça baixa e submisso será exterminado pela família. Mas aí, com a cara de pau de quem finge nunca ter conhecido o Queiroz, Flávio parece pedindo “união” de “todes”. Cuzão. Flávio nos chama de idiota quando promete a mesma coisa que o pai prometeu e não cumpriu. Mesmo tendo prometido acabar com a reeleição, Bolsonaro não só tentou ser reeleito como continua tendo chiliques homéricos por ter perdido. Tentou até um golpe militar, provavelmente porque a promessa de “acabar com a reeleição” seria cumprida acabando com as eleições de vez. E agora o filho corrupto dele promete a mesma coisa? Vai pra puta que pariu! Isso é nós chamar de idiota! Todo dia o Mr Rachadinha faz live chorando e limpando as lágrimas com a bandeira do Brasil. É patético. Quem chora com hora marcada e câmera ligada não é sensível, é psicopata. A psicopatia é a grande herança da família. Flávio chora pela prisão do papai. Já as pessoas presas depois de anos sendo inflamadas por ele e pelos irmãos foram esquecidas. Quando Bolsonaro foi preso, elas simplesmente deixaram de existir, perderam a utilidade na narrativa. Vai chorar mesmo pelo papai? O que Flávio chama de campanha nós chamamos de teatro barato para um público alienado. Eles contam com a burrice do brasileiro para implementarem a Mamonarquia (Monarquia de quem Mama nas nossas tetas). Eu espero que as pessoas acordem a tempo e expurguem esses merdas. Enquanto eles se acharem os coronéis da direita não existe qualquer sinal de esperança para uma oposição competente e saudável. O lugar desse clã não é no trono. É na lata de lixo da história. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
#Mamonarquia
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