Toffoli foi tirado da relatoria do caso Master por estar envolvido demais com os negócios de Vorcaro. O caso do resort é o sítio de Atibaia do supremo ministro. O imóvel é dele, mas também não é. Tem lá os pedalinhos, os pertences pessoais, um barco abandonado e algumas empresas em nome de laranjas. Agora, segundo a PF, surgiu um depósito. Como tudo é só coincidência, nada parecia dar motivo para Toffoli ser afastado do processo. Mas ele foi afastado. O curioso é que, depois de se reunirem solenemente, os Supremes soltaram uma notinha conjunta dizendo que reconhecem “a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli”. E ainda “expressam apoio pessoal ao Exmo. Min., respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento”. Por incrível que pareça, Toffoli tem dignidade. É Sua Excelência, com caixa alta e tudo. Mas se Sua Excelência é assim, cheia de atos de “plena validade”, e os Supremes, reunidos, atestaram a “inexistência de suspeição ou de impedimento", por que raios a Sua Excelência foi tirada da relatoria do caso Master? O que a gente sabe é que, no meio do incêndio, é preciso isolar a área para impedir que as chamas se espalhem. Tá tudo dominado. E tudo envolvido. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
#FogoNoSupremo
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