Com sua visita a Bolsonaro, Tarcísio ratificou a ideia de que é apenas um subalterno no esquema da família mentecapta. A coletiva monitorada por Carluxo seria constrangedora se a gente já não soubesse onde essa história iria terminar. Tarcísio é carta fora do baralho, mesmo tendo a preferência da Faria Lima, do empresariado, da classe política e de boa parte da imprensa. O que sobrou da direita tenta se reorganizar em torno de Caiado, Rati Júnior, Eduardo Leite e Gilberto Kassab. A conversa é lançar um candidato neutro que possa quebrar a polarização. Mas Kassab já avisou que seu partido não vai romper com o governo Lula, por isso os ministros ligados ao PSD poderão manter tranquilamente seus cargos e vencimentos. Erguer a bandeira branca costuma ser sinal de rendição. A verdade é que a candidatura de Flavio, da forma como foi imposta, joga o centrão no colo do Lula. Porque a bandidagem política sempre vai preferir um velho gatuno experiente e pragmático, ao invés das neuroses de uma família de mentecaptos. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
#Subalternos
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