Stranger Things e o poder da imaginaçãoOs irmãos Duffer deram sua contribuição para novas e significativas mitologias
Sento-me para escrever este texto sobre Stranger Things sabendo que muito mais poderia ser dito sobre a série dos irmãos Duffer, série esta que pode ser considerada um marco da cultura pop deste primeiro quarto do século XXI. Ainda que construída tendo como referência o imaginário da cultura pop dos anos oitenta, e, portanto, carregada de nostalgia, homenagens e simulacros, os criadores da série conseguiram criar deste amalgama de referências algo de original, algo que capturou a imaginação de toda uma geração. O texto que se segue é uma análise, mas também uma carta de amor aos personagens que ficaram conosco por quase dez anos, ainda que o tempo tenha sido dilatado/comprimido durante esta quase década (mais sobre isso em alguns parágrafos). A análise tenta mostrar como a série é um exercício imaginativo sobre os ritos de passagem, sobre o estranho e o espectral, sobre o medo de crescer e sobre o sentido de nossas escolhas... Continue lendo este post gratuitamente no app Substack |
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domingo, 4 de janeiro de 2026
Stranger Things e o poder da imaginação
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