#ORetornoDoBoiDePiranhaEduardo Cunha quer voltar para a Casa. O enterro político foi apenas uma escala técnica para recarregar as emendasVivemos no Brasil da sangria estancada. Naquela famigerada conversa, entre Sérgio Machado e Romero Jucá, o Grande Acordo ficou explícito e, aparentemente, a sociedade assinou embaixo, aceitando, bovinamente, o que veio a seguir. Torcendo, inclusive, para dar tudo certo e Dilma ser chutada para longe. Quem não queria dar tchau para a querida? Eduardo Cunha foi descrito nessa conversa como o “boi de piranha”. Aquele que seria sacrificado para salvar a corja toda. Cunha ficou preso por 4 anos e meio, somados o regime fechado e o tempo de prisão domiciliar. Foi o preço pago para que toda a classe política, “com Supremo, com tudo”, pudesse se ver livre das investigações da Lava Jato. Para refrescar a memória, aqui vai uma parte do diálogo:
Sim, o impeachment foi um golpe. Mas não contra a aberrante incompetência da “presidenta mais honesta” que já existiu – esse mantra que a militância, das redes sociais às bancas acadêmicas, tenta converter em verdade histórica à base da pura repetição. Foi um golpe contra a Lava Jato. E ainda vivemos nesse climinha golpista, assistindo os personagens serem descondenados e ressuscitados. Agora, mais um morto está em processo de ressurreição. O boi de piranha quer voltar ao rebanho. Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você:
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domingo, 11 de janeiro de 2026
#ORetornoDoBoiDePiranha
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