A história dos inquéritos ilegais do STF nasceu com Toffoli, censurando a matéria de capa da antiga revista do Mainardi. Xandão abraçou a causa e abriu uma dúzia e meia de inquéritos baseados no artigo 43 do regimento interno do STF, que autoriza o presidente da corte a instaurar inquérito judicial de ofício quando ocorre alguma infração penal nas dependências do Tribunal. A reportagem da Crusoé não foi feita nas dependências do Tribunal. As fakenews de internet não foram criadas nas dependências do Tribunal. A família Mantovani não xingou o filho do Xandão nas dependências do Tribunal. Já o contrato de 129 milhões do Banco Master com o escritório da Xandona, ninguém tem muita certeza de onde foi assinado. Na dúvida, Xandão abriu um inquérito sigiloso – vamos repetir: si-gi-lo-so – para investigar se a Receita e o Coaf vazaram as informações sobre o contrato da Xandona para a jornalista Malu Gaspar. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
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