
A teocracia iraniana nem deveria existir
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| Os protestos que voltam a sacudir o Irã neste início de ano começaram a ganhar forma ainda em 2022, quando Mahsa Amini, jovem curda de 22 anos, morreu após ser detida pela polícia moral em Teerã, acusada de usar o véu islâmico de maneira “inadequada”. Sua morte sob custódia estatal detonou uma onda inédita de manifestações lideradas por mulheres, que passaram a cortar os cabelos em público, queimar o hijab e entoar o lema “Mulher, Vida, Liberdade”. Assine Não É Imprensa para desbloquear o restante.Torne-se um assinante pagante de Não É Imprensa para ter acesso a esta publicação e outros conteúdos exclusivos para assinantes. Uma assinatura oferece a você: | Publicações apenas para assinantes e arquivo completo |  | Comente nas publicações, participe do chat e junte-se à comunidade |
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