A recente libertação de prisioneiros políticos na Venezuela não é sinal de abertura democrática, mas de fragilidade da ditadura venezuelana. Pressionado por sanções, isolamento internacional e um colapso econômico persistente, Maduro tenta ganhar tempo. Mas a perda de controle político e social indica que ele se encontra em sua fase mais vulnerável. Libertar presos políticos funciona como moeda de troca externa, mas não resolve a crise de legitimidade interna. Cada concessão expõe a incapacidade da ditadura manter sua força através do autoritarismo. A queda de Maduro parece ser questão de tempo. Será, sem duvida, uma vitória da humanidade. E também para Donald Trump, que busca um sucesso simbólico na América Latina, depois de tomar uma volta de Putin e abandonar ucranianos e europeus à própria sorte. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
#AQuedaDeMaduro
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