O conflito envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos se intensificou rapidamente desde o fim de fevereiro, assumindo uma dimensão regional. Os confrontos incluem ataques diretos e indiretos com mísseis e drones, afetando não apenas os principais envolvidos, mas também países vizinhos no Oriente Médio. A guerra já está impactando países como Arábia Saudita, Kuwait, Síria e Líbano. Governos da região têm reagido com medidas defensivas e posicionamentos políticos, enquanto o Irã eleva o tom das ameaças, mencionando inclusive possíveis ações contra interesses internacionais fora da zona de combate. Um dos pontos mais críticos é o impacto no setor energético. As ameaças e ataques no Estreito de Ormuz, rota essencial para o transporte global de petróleo, têm afetado o fluxo marítimo e contribuído para a alta dos preços de energia no mundo. A insegurança na região amplia os temores de uma crise energética mais ampla. No Brasil, o diesel já está 20% a mais no preço. Isso afeta diretamente a logística e o preço do frete. Que será repassado às empresas que repassarão para o consumidor final. Vai ser difícil segurar a inflação com esse efeito em cascata. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sábado, 21 de março de 2026
#OsCustosDaGuerra
#OmbudsmanSupremo
#OmbudsmanSupremoGilmar não se contenta em ser o sultão da Gilmarlândia, ele também quer ser o dono do Supremo
Gilmar reclamou, mas acabou votando para manter Vorcaro em cana. Para ele, a decisão de André Mendonça não se sustentou em fundamentos jurídicos suficientemente precisos, recorrendo a expressões amplas e pouco delimitadas. Gilmar apontou que termos como “pacificação social” e “resposta célere do sistema de Justiça”, usados por Mendonça, funcionam mais como fórmulas retóricas do que como justificativas legais adequadas para a decretação de uma prisão preventiva. O buldogão agora quer ser o Ombudsman da República. Ele tem opinião sobre tudo. Agora também quer ensinar como se vota no STF. Mas ele não poderia deixar de fazer um paralelo direto com a Lava Jato. Disse que Mendonça usou os mesmos “atalhos argumentativos” que posteriormente foram anulados na própria Justiça. Ele deu a letra. É bem provável que, em breve, iremos ver o mesmo processo de desmonte e descondenação ocorridos na Lava Jato. No Brasil, o crime sempre compensa. O NEIM precisa da sua assinatura para continuar revelando o que as notícias escondem. ASSINE AGORA! Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. © 2026 Não é Imprensa |
#IrãIrado(2)
No começo de 1979, radicais islâmicos apoiados pela União Soviética, derrubaram o governo do Xá do Irã, Reza Pahlavi, e colocaram no poder o aiatolá Ruhollah Khomeini, que estava exilado em Paris. Esses ditadores nunca se exilam no Sudão ou na Líbia, sempre em Paris, de preferência perto de uma loja da Galeries Lafayettte. No final daquele ano, jovens estudantes islâmicos invadiram a embaixada americana em Teerã e mantiveram 52 reféns por 444 dias de terror, sofrimento e torturas. O que movia a revolução islâmica era o ódio a América, considerado o grande Satã. O NEIM precisa da sua assinatura para continuar revelando o que as notícias escondem. ASSINE AGORA! Khomeini morreu dez anos depois. Morreu de velho e no poder, como todos os ditadores que não são depostos à força. No seu lugar entrou outro ditador, o aiatolá Ali Khamenei. Um parênteses: a imprensa insiste em chamar esses aiatolás de “líderes”. Depois que derrubaram o Xá, a ditadura iraniana incentiva o povo a gritar dois slogans, um para agradar a esquerda e outro para agradar os radicais islâmicos: Morte a América e Morte a Israel! O Irã é um grande produtor de petróleo, poderia ser um país com uma população rica, no entanto, a maior parte dos recursos financeiros não é utilizado para desenvolver o país e melhorar a vida dos iranianos. O dinheiro é usado para destruir Israel e exportar a jihad. O povo? Oras, o povo! “O povo que exploda”, dizia o personagem político do Chico Anysio. Para não confundir o leitor com tantas informações, deixaremos a jihad para outro capítulo desta minissérie. Para destruir Israel, os aiatolás investiram bilhões e bilhões de dólares ganhos com o petróleo para enriquecer urânio e desenvolver bombas nucleares. Estavam muito perto disso. Outros bilhões de dólares foram usados para construir mísseis que pudessem alcançar as cidades israelenses. O que fizeram no ano passado, ao lançarem entre 500 e 600 mísseis e drones contra Isael. Apesar das queixas de Eliane Laquê Cantanhede, conseguiram matar 32 civis. Desta vez, os mísseis contra civis levam bombas de fragmentação, proibidas pela ONU. Sorry, esqueci que a ONU não existe mais. E mais alguns bilhões de dólares foram usados para treinar e armar os grupos terroristas Hamas, Hezbollah e Houthis para atacarem Israel. O Hamas atacou no dia 7 de outubro de 2023, seguido pelo Hezbollah e Houthies, que lançaram mísseis contra alvos civis. O Irã usou esses proxies para fingir que não era o Irã. Os ataques aos civis eram disfarçados de Free Palestine. Os radicais islâmicos adoram um slogan. Nos últimos 47 anos, os meios de comunicação, os discursos dos ditadores e todos os eventos públicos no Irã repetem os slogans: Morte a América! Morte a Israel! Para quem não entende árabe, esses dois slogans significam: morte a América e morte a Israel. Desde 1979, o Irã ameaça, se prepara e ataca Israel. Fica muito claro, para quem ainda não entendeu, que não foram USA e Israel que há duas semanas começaram essa guerra. Quem começou essa guerra, há 47 anos, foi o Governo Revolucionário Islâmico do Irã, que tem se armado até os dentes ano após ano. Dizer que Israel atacou o Irã é fake News. Israel se defende de ataques constantes do Irã. Sabendo que as armas são a cada ano mais destrutivas. Sem levar em conta a bomba nuclear tocada pelos aiatolás a todo o vapor. A esquerda internacional não vê a realidade porque não quer. O que esperar de quem ainda acredita na União Soviética e acha que Stalin e Lênin estão vivos? Hello!, aquilo na praça Vermelha são múmias, suas múmias. Essa esquerda ainda acredita que o imperialismo ianque quer conquistar o Mundo. Para eles, Trump só vai aonde tem Petróleo. Aguardem Cubalançar, com o perdão do trocadilho. A esquerda internacional sempre vai culpar os A imprensa progressista acusa Israel pelo ataque ao pacífico Irã, aquele país que respeita os direitos humanos e investe bilhões de dólares para fabricar urânio com fins medicinais. A mesma imprensa que também acusa Israel de atacar o Líbano, e não o Hezbollah. O Líbano é controlado pelo Hezbollah, que tem uma força militar mais poderosa que o exército libanês. Para ficar mais fácil entender: o Hezbollah conquistou territórios no Líbano assim como o CV conquistou morros cariocas. Quem manda nessas áreas são os criminosos. Quando a polícia invade a área, não está invadindo território carioca, e sim território controlado por criminosos, ou milicias, ou terroristas, como prefere Trump. Além de tentar matar os judeus, os radicais iranianos estão matando os gays iranianos, as mulheres iranianas que não usam hijab e as mulheres iranianas que traem seus maridos iranianos. A verdade é que a esquerda tem o antissemitismo encrustado na alma como cracas num navio petrolífero no estreito de Ormuz. Jornalistas do mundo todo, uni-vos e estudai História com H. Estudar faz bem. No próximo capítulo, o jihadismo iraniano. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. © 2026 Não é Imprensa |



