O governo Lula mais uma vez mostra sua prioridade: a eleição acima de tudo. Enquanto áreas essenciais, como educação, saúde e segurança, enfrentam cortes e falta de recursos, a verba de comunicação cresce de forma generosa, chegando a níveis recordes. A Polícia Federal suplica por R$ 97,5 milhões para continuar o serviço de emissão de passaportes. O Ministério da Educação não sabe de onde tirará dinheiro para a compra de materiais didáticos. Mas o ministério da propaganda vai ser turbinado com R$ 116 milhões, elevando o orçamento para propaganda oficial para cerca de R$ 876 milhões em 2025. Essa obsessão com a propaganda revela muito sobre o modo petista de governar. Não importa se faltam livros nas escolas ou medicamentos nos hospitais — o importante é garantir que a população veja Lula em campanha antecipada para 2026. O lulismo sempre tratou seus marqueteiros como peças-chave do poder, verdadeiros arquitetos da narrativa oficial. Ao longo dos anos, muitos desses nomes acabaram em apuros com a Justiça, símbolo de uma estratégia onde a imagem vale mais do que a realidade. No fim, é o cidadão que paga caro para ser convencido de que o país está melhor do que realmente está. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
Total de visualizações de página
segunda-feira, 3 de novembro de 2025
#SóPensamNaquilo
Assinar:
Postar comentários (Atom)



Nenhum comentário:
Postar um comentário