#CurtoClimáticoIncêndio na COP30: nem o superaquecimento da fiação elétrica eles conseguem controlarReza a lenda que o Curupira protege a floresta expulsando, na marra, quem não deveria estar lá. Diante do incêndio da COP, a organização do evento talvez queira abraçar essa versão mística. Afinal, alguém assumir a responsabilidade por trancar a elite global num galpão com fiação capenga, goteiras e saídas bloqueadas não vai rolar. Enquanto boa parte do noticiário doméstico se limita às versões oficiais, exaltando a eficiência cinematográfica e o heroísmo estatal, a imprensa internacional expõe o colapso com menos filtro. BBC, The Guardian, The New York Times e muitos outros não falam sobre “retirada ordeira”, mas sim sobre pânico de diplomatas correndo às cegas por corredores tomados por fumaça. A tragédia anunciada. A zona azul já operava sob intervenção militar após a invasão de grupos indígenas e ambientalistas. A catástrofe tinha quase que data marcada. Simon Stiell, chefe do Clima da ONU, já havia enviado uma carta oficial ao governo brasileiro alertando explicitamente sobre infiltrações, goteiras atingindo redes elétricas e a precariedade estrutural dos pavilhões. Em vários aspectos, o aviso foi ignorado. Mas, a Força Nacional e a segurança da ONU adotaram um protocolo de segurança para evitar outras invasões. Fecharam várias rotas de acesso e, portanto, também as rotas de saída. Todo mundo sabe que COP nenhuma vai controlar o “superaquecimento global”. Agora, o Brasil brasiluleiro ajudou a provar que não conseguem evitar nem mesmo o superaquecimento da fiação das instalações do evento. Previsível, perigoso e humilhante. O clima definitivamente não é o maior problema com o qual precisamos conviver no Brasil. Atualmente, você é um assinante gratuito de Não É Imprensa. Para uma experiência completa, atualize a sua assinatura. |
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sexta-feira, 21 de novembro de 2025
#CurtoClimático
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