| Olá Concurseiro, Tudo bem? Todas as coisas têm, inevitavelmente, início, meio e fim. Até a vida, complexa e cheia de incertezas, tem inexoravelmente essas três etapas. Somos resistentes ao fim. Tentamos adiá-lo, ignorá-lo, ressignificá-lo. Mas, o fim, embora possa causar dor, angústia, dúvida, não é de todo ruim. Se acabou, se chegou a hora de se despedir, se não há mais nada a ser acrescido na história, resta-nos aceitar e criar condições para um novo início. Se perdeu o emprego, se seu grande amor chegou ao fim, se alguém muito querido partiu, sofra. Chore. Lamente. Reclame. Grite. Mas aceite. E, depois de aceitar, abra a janela... Respire fundo. Recolha os cacos e se refaça. Comece de novo. Sorria para a vida, porque você merece ser feliz. Seu ente querido (que partiu) deseja isso com todo o seu amor. Seu ex-emprego não merece tanta atenção, tanto sofrimento... busque outro e, se não achar, faça brigadeiro para vender em algum lugar (adoce a sua vida e a dos que se relacionam com você)! E aquele grande amor que não resistiu ao tempo, que enfraqueceu, que arrefeceu... Mostre a ele o que você tem de melhor: resiliência. Você é capaz de entender o fim. Você, a partir de hoje, promete se amar, ser fiel a você e a seus projetos, promete se respeitar na alegria e na tristeza, porque você é muito especial para Deus e não precisa se desesperar em função do fim de um relacionamento. Alguém muito mais interessante ( talvez mais bonito e rs quem sabe concursado e tatuado) espera uma oportunidade há anos. Então, aceite o fim para dar chance a um novo começo. Acabou e ponto. Beijo decidido, Flávia Rita. |
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