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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Filhos humanizam

O dia D
      reflexões filosóficas
Boletim semanal editado pelo
Centro de Filosofia Educação para o Pensar

 
Ano 2 - Número 81 - quinta-feira, 
"Os anos deixam rugas na pele,
mas a falta de entusiasmo deixa rugas na alma
."
A paternidade e maternidade estão permanentemente submetidos à avaliação e análises, feitas por todos nós. Pais e mães são homens e mulheres que assumiram um compromisso denso com filhos e filhas. E em tempos em que nem sempre eles conseguem compreender as mudanças culturais que operam neste mundo de ligeiras transformações. Ser pai e ser mãe é mais do que um ofício, é assumir uma missão, criando condições de aconchego e de vôo, como fala Padre Zezinho. Somos pais e mães menos presentes na vida cotidiana de nossos filhos. Por isso mesmo, a convivência com eles pode e deve ser, por excelência, um convite e uma oportunidade para a humanização .
O ser humano não nasce lapidado, não nasce pronto. Faz-se no tempo, na experiência e na vida concreta. Esta vida concreta é feita de oportunidades. Umas nós mesmos as construímos, sobretudo em nossos espaços de convivência familiar. Outras, o mundo as oferece, de forma permanente. E fogem do nosso controle e da nossa vontade.
Certas coisas somente aprendemos a partir da experiência concreta. Quando éramos apenas filhos, não possuíamos noção da idéia de “pertença” e proteção, tão intrínsecas à vida dos verdadeiros pais e mães. Achávamos que éramos super protegidos, que nossos pais desperdiçavam tempo e cuidado para com a gente. Finalmente, achávamos que o que nos faltava era a liberdade. Mas somente com a paternidade e a maternidade pudemos compreender o valor dos “investimentos” afetivos, culturais, emocionais e porque não econômicos que pais e mães fazem em função de seus filhos. Filhos não têm mesmo condições para compreender estes valores, mas deveriam supor e tolerar a idéia de que pais e mães...
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